A ABVTEX - Associação Brasileira do Varejo Têxtil - que congrega os grandes varejistas nacionais de vestuário (mais de 1.400 lojas em todo o País) está contribuindo com a elaboração de padrões que representem as diversas medidas de corpo humano, com abrangência em território nacional.
Para poder participar e contribuir de maneira positiva a ABVTEX criou um grupo de trabalho interno, denominado GT - Padronização de Medidas de Corpo - Qualidade, que irá municiar de forma colaborativa com a visão do consumidor, o Comitê Brasileiro de Têxteis e Vestuário, designado CB17 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que conta com participação de representantes da ABVTEX, ABRAVEST (Associação Brasileira do Vestuário) e ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e demais integrantes da sociedade em geral.
"Os consumidores preferem ter a numeração padronizada a fim de evitar desconfortos e confusões na hora da compra. Saber qual realmente é o tamanho da peça, ajuda na objetividade e agilidade na hora compra" afirma Sylvio Mandel, presidente da ABVTEX.
"O programa de padronização precisa ter a sensibilidade do consumidor e contar com a participação efetiva do varejo" diz Sylvio Mandel, presidente da ABVTEX.
A ABVTEX, por representar o varejo de grande superfície, irá contribuir com um aperfeiçoamento do processo de padronização por meio da visão do consumidor. Por estar diretamente ligada ao público, recebe e entende as demandas e necessidades de cada segmento. Os padrões para medidas de corpo humano, que vão do 0 aos 14 anos começaram a ser adequados em março. Em junho será a vez das medidas de corpo humano masculino e até o final do ano deverão estar também finalizadas as medidas de corpo humano feminino.
Numa etapa inicial, os maiores beneficiados serão os confeccionistas e modelistas. As normas técnicas ABNT, contendo as medidas de corpo humano padronizadas, possibilitarão o desenvolvimento de produtos de forma mais fácil e precisa, no que se refere aos tamanhos de peças.
Devido à grande diversidade de nossa população e das próprias diferenças comuns de uma pessoa para outra, é normal que existam diferenças no vestir. Entretanto, confeccionistas e varejistas que adotarem estes padrões de medidas de corpo em seus desenvolvimentos, terão maiores chances de atender a seu público o que representará um grande passo em direção à qualidade.
A comunicação com seus consumidores, tanto em lojas físicas, como no e-commerce e catálogos, será facilitada, a exemplo do que já ocorre em diversos outros países. No final os maiores beneficiados serão os próprios consumidores, os quais terão a oportunidade de fazer suas compras com maior facilidade e mais chances de acertar na escolha do tamanho de suas peças.
"O programa de padronização precisa ter a sensibilidade do consumidor, contar com a participação efetiva do varejo e necessita da implementação dos varejistas para obter êxito", finaliza Mandel.
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